Ó raios…
Antes de continuar com a sequência de postagens retardadas falando sobre o que eu acho do Universo, como ele surgiu e como isso afeta nossas vidas, gostaria dessa pausa pra fazer um comentário a respeito do novo visual do orkut (seu orkut não tem um novo visual ainda? se fodeu, o google não gosta de você).
O que eu tenho pra dizer de tão importante é o seguinte. No pouco que usei do novo visual, já percebi que eles ACOCHAMBRARAM (adoro essa palavra)! É! Veja bem. A intenção era um visual mais moderno e tudo mais. Pra isso, além de contrastes maiores entre os elementos da página (sem breguices), cantinhos arredondados, e links úteis mais acessíveis, eles apelaram pra botoezinhos. Sim, veja lá. Há botoezinhos pra postar e deletar scraps e várias outras coisas.
Mas, reparem bem. Não são botoezinhos de fato! São links com uma imagem de botãozinho no fundo! É ACOCHAMBRAMENTO! Várias vezes, nesse um dia de uso do novo visual, eu tentei clicar no botão (sem clicar no texto do botão) e nao funcionou, já que aquilo não é realmente um botão.
Tá, era isso. Tirem suas conclusões. Não quero mais escrever.
A grande cagada!
Já parou pra pensar como surgiu o universo?
Claro que já, se não você é retardado. Eu não faço a menor idéia de como ele surgiu, mas sei que depois das coisas surgirem do nada, elas começaram a se espalhar, se reorganizar, formar novas coisas e montar essa coisa bizarra que a gente conhece hoje.
Dizem que foi uma explosão. Aceito. De repente, tudo saiu andando por aí, trocentos (foi a melhor quantidade que eu achei pra descrever) átomos de todos os elementos químicos prontos pra sairem se esbarrando e formando moléculas ao acaso por aí, moléculas que mais tarde reagiriam entre si, se ligariam, formariam substâncias inorgânicas, substâncias orgânicas. A vida surgiria, o mundo evoluiria e tcharan!, chegamos aos dias de hoje.
Percebe a cagada que foi?
Sim! O universo todo é uma cagada! Tudo surgiu a partir do acaso! Se um átomo qualquer tivesse espirrado pra um lado diferente do que ele espirrou no momento da grande explosão, e se juntado de forma diferente a outros átomos, pronto, não teríamos mais o mesmo universo.
Viagem né? Mas é a realidade, da forma como eu a vejo. E essa realidade, da forma como eu a coloquei, além de ser uma cagada, mostra que tudo que acontece hoje no mundo, desde a queda de um avião até o espirro de uma pessoa, é fruto da física, a maldita. Nada, NADA, é por acaso, nesse caso. Sacou?
Mas isso eu explico no próximo post, pra coisa não ficar muito confusa. Tchau.
Defenestração - heroina ou vilã?
Poucas coisas na vida são mais simples de serem feitas e, proporcionalmente ao trabalho em realizá-las, dão mais prazer a quem as faz do que o ato da defenestração. Já experimentou?
É algo compulsivo. Luís Fernando Veríssimo, em uma de suas crônicas (que por sinal, se chama Defenestração) expõe de forma breve mas verídica toda a magia que envolve essa palavra e esse ato tão simples e prazeroso.
Como ele mesmo diz em seu texto, que não ouso copiar aqui (para evitar problemas de copyright gravíssimos e… não, é porque eu não quero mesmo), um ato tão comum só pode ter uma palavra que o defina porque tem alguma importância monumental. De fato, é sabido que é um costume antiquíssimo da espécie humana praticar a defenestração, seja em público ou em ambiente privado, seja por necessidade ou por simples diversão.
Comece, você mesmo, leitor desavisado deste blog, a repensar sua vida. Quantas vezes já não defenestrou? E, indo mais longe, quantas vezes teve vontade de defenestrar, mas se conteve em respeito às pessoas que poderiam ser atingidas com essa ação inconsequente? Tenho certeza que foram várias. E me diga, não é compulsiva, a vontade de defenestrar que nos toma de assalto vez ou outra?
Assim sendo, o que devemos pensar sobre a defenestração? Se por um lado ela tem o efeito de acalmar o praticante e até mesmo eliminar problemas da vida de tal pessoa, por outro lado ela pode ser nociva às pessoas ao redor (principalmente àquelas que estão do lado de fora da janela em questão) e causar estragos ao meio ambiente.
Filosofem, amigos. Reflitam a esse respeito, tirem suas conclusões. E depois, se possível for, compartilhem-nas com o mundo, no espaço abaixo, exclusivamente reservado para comentários!
Prazeres proibidos
Isso não é um post com conotação sexual. Mesmo tendo este título, não é de sexo que eu tô falando.
Já riu da desgraça alheia? Já ficou contente com algo que você tenha feito e que de alguma forma afetou negativamente alguém de quem você não gosta? Já pensou em vingança? É disso que eu tô falando.
Tento ser uma pessoa politicamente correta. Não jogo lixo no chão, não arrumo confusões, tento ser educado e na medida do possível para mim (um cara antipático por natureza), simpático com todos. Contudo, vez ou outra, pensamentos como os do parágrafo acima invadem minha cabeça, em determinadas situações.
Sabe. É triste saber que alguém tá rindo quando você se fode, ou que alguém tá querendo te foder (lembre-se aqui do que eu disse no primeiro parágrafo) de alguma maneira. A gente (eu pelo menos) se sente mal com isso. Mas, ainda assim, embora eu evite ao máximo, eu acabo fazendo isso com outras pessoas. E, o pior de tudo, não me arrependo.
Mas fala sério! Não conheço ninguém até hoje que nunca, na vida, tenha feito algo assim! Creio que faz parte da natureza humana! E, se não fizer, então sou um extraterrestre. Qualquer dia pego carona com os vogons e sumo pela galáxia.
Vai me dizer que nunca ficou satisfeito em ver alguém se fodendo?
Meu joelho dói quando subo escadas
Tem algo terrivelmente errado com o mundo!
Em dois dias, duas pessoas diferentes me chamaram pra escrever em dois blogs diferentes, como se elas achassem que eu escrevo bem, sei lá. Tem algo errado aí, não tem?
Mudando de assunto, não tenho postado por aqui, mas existem motivos. Bom, um deles é que voltei às aulas, infelizmente. Outro deles é que, devido a forças maiores, estou temporariamente sozinho no HPBD, e tenho postado por lá, portanto.
O principal é que eu tinha planos lá pro Histórias pra Boi Dormir, planos que incluiam uma mudança de hospedagem, mudança de layout, possível inclusão de novos escritores e, eventualmente, a compra de um domínio. Como talvez algum de vocês percebeu, só cumpri o que diz respeito a mudança de hospedagem.
Estou cuidando, portanto, do layout novo. O que dá um certo trabalho, wordpress é poderoso e abre inúmeras possibilidades de customização, mas ao mesmo tempo, é um tanto complicado de se usar quando ainda não se tem o conhecimento necessário. Estou, portanto, adquirindo o conhecimento.
Bom, foda-se, vocês não precisavam saber de nada disso. Volto quando der vontade, ou para anunciar possíveis novidades, ou pra falar besteira (pra variar um pouco).
Adeus.
