Sexta-feira 13
Véi. Nunca fui supersticioso. Sério mesmo. Mas, esse ano, na segunda sexta-feira treze do ano, acho que comecei a mudar de idéia a esse respeito.
A primeira sexta-feira treze do ano foi dia 13 de abril. Nesse dia, como contei a vocês aqui, aconteceu um monte de merda. Sei lá, embora tenha sido bizarro, poderia ter sido mera coincidência.
Bom, o fato é que veio outra sexta 13. E, por cagada, 13 de julho, dia mundial do rock (viva nós rockeiros!!) . Tá, esse foi um comentário inútil, ignore-o. Achei que, sei lá, nada de bizarro fosse acontecer. E, de fato, não aconteceu, até o fim do dia. Depois de, durante o dia, ter entregue trabalho na faculdade, viajado, saído de carro e tudo mais, sem ter tido problemas, achei que o dia seria normal.
Bom, a noite saí com amigos, comemorando o aniversário de uma amiga. Depois, resolvemos (por ser cedo) ir até a casa de um amigo beber. Eis que, chegando ao supermercado onde compraríamos a bebida, amigo meu descobre que sua carta de motorista, recém adquirida, sumiu. "Mas, e daí? " você pensaria, se não tiver lido o post sobre o qual falei da outra sexta treze. Então, aproveite para lê-lo agora. Bom, pelo menos, assim como no meu caso, ele achou a maldita carteira.
Enfim, o fato é que eu cansei de escrever e que aconteceram outras coisas bizarras. Mas, como eu cansei de escrever e não convém contar as outras coisas, fico por aqui. Só gostaria de deixar claro uma coisa: espero do fundo do coração que não tenhamos mais nenhuma sexta treze esse ano. É sério!
Coisas
Primeiro de tudo: nunca acreditem quando eu disser que não vou postar em breve. Eu sempre posto quando digo isso.
Segundo: eu fiz um layout novo pro blog. Ah, deve ter dado pra perceber né. E, se alguém (sempre existe a chance) usava feed pra acompanhar as atualizações, aviso que mudei de feed, assinem o novo ali do lado esquerdo.
Terceiro: nada mais a dizer.
Até a próxima.
Oi e você?
Outro dia entrei no meu quarto e dei de cara com roupas no chão, cama desarrumada, mochila aberta, livros jogados. Não, não havia passado um furacão lá não, fui eu mesmo que fiz tudo aquilo. Bagunça, esse é o nome.
E resolvi desbagunçar. Meu quarto, e minha vida. Ando com a cabeça cheia, tensão de fim de semestre na faculdade, problemas pessoais, coisas que não quero falar. Só sei que preciso organizar tudo isso.
Ou seja, toda essa ladainha pra dizer que é provável que eu passe uns tempos sem postar aqui. Mas não chore, querido leitor. Lá, a coisa continua.
Me deseje sorte!
Coisas que você nunca na vida deve fazer
Hoje, na série Coisas que você nunca na vida deve fazer, vou contar outra história que aconteceu comigo, ainda outro dia.
São Carlos é uma cidade fria. Não no sentido de não-receptiva ou algo assim. É fria no sentido literal da palavra, de baixas temperaturas. Ou, pelo menos, temperaturas mais baixas do que as que eu tô acostumado de Ribeirão Preto, cidade onde eu nasci e cresci. Ah, não falei, mas agora eu moro em São Carlos.
Bom, estava em casa, a noite, pensando que precisava tomar banho e tal, com muito medo do frio que eu ia passar. Mas, tinha que ir né, fui pro meu quarto, separei minha toalha, minhas roupas pra me trocar ao sair do banho, outras coisas que tinha que levar pro banheiro pro banho (xampu, essas coisas). Daí, percebi que tinha alguém usando o banheiro, então deixei as coisas separadas e fui pra sala esperar liberarem o banheiro.
Liberado, peguei minhas coisas ali por cima e fui pro banheiro. Tava aquele frio né, já entrei no banho, aguona quente pra passar pouco frio e tal. Tomei meu banho tranquilo, na boa, terminei e fechei o chuveiro.
Daí começou o problema. Geralmente, antes do banho, eu deixo a toalha bem em frente o box, pra sair e já me enxugar, minimizando o frio. Abri a porta do box e a toalha não estava lá. Já fiquei puto, saí com frio, e não vi a toalha em lugar nenhum no banheiro! Eu tinha esquecido ela no quarto!
E aquele friozão do caralho! Fazer o que? Bom, não tinha nada ali no banheiro pra eu me enxugar. Pensei em chamar alguém e pedir pra buscarem a toalha pra mim. Mas isso ia demorar (mesmo que alguns segundos) e eu tava todo molhado, com muito frio. Pensei rápido.
Botei minha cueca, mesmo estando todo molhado, e fui pro quarto. Foi simples, afinal, a distância deve ser de cerca de uns 4 metros, mas, putaqueopariu, que frio! Nunca mais esqueço a toalha no quarto quando vou pro banho. E recomendo a vocês, leitores, nunca fazerem o mesmo.
Bons banhos!
